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Dedico este trabalho à
minha mãe Osun e
minha filha Gabriela
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Prezados amigos e leitores,

.....Espero que este trabalho seja uma colaboração útil a todos vocês e, principalmente, ao candomblé, para o qual tenho dedicado minha vida.
.....Confesso que tenho trabalhado muito ao longo do tempo para alcançar e merecer a posição que hoje ocupo dentro desta seita, mas não posso deixar de reconhecer que sempre fui recompensado justamente por todos meus esforços, graças a minha mãe Osun. Hoje, sinto-me apto a colaborar de forma positiva com o candomblé, pois a mim foram dadas muitas oprtunidades de adquirir conhecimentos e viver experiências que, infelizmente, não foi possível à maioria das pessoas. Nas minhas andanças por este país e pela África, muitos véus foram descerrados de meus olhos e consegui ver um pouco mais além. Por isso não seria justo que eu guardasse só para mim aquilo que seria útil a tantos. Tento aqui dar, de forma simples, o meu quinhão de colaboração para o candomblé, ao qual tantos devem tanto..
.....Ao contrário do que muitos pensam, o candomblé, assim como todas as outras seitas religiosas, não se dedica ao mal e às forças negativas. Todas as religiões procuram o bem e a felicidade, não seria esta a razão do viver?! Porém, se há pessoas que ainda tentam usar nossos rituais para a magia negra e tantas outras coisas ruins, é porque desconhecem que as forças negativas, as forças do mal não são produtos de seitas religiosas, mas sim de seus próprios corações voltados para o mal, para o ódio e para o desamor. Que o ruim é o produto das próprias pessoas, de seus desencantos, de suas frustrações, de suas invejas, de sua incapacidade para o bem e para o amor. É produto dos que desconhecem a lei do retorno e só se sentem bem diante da infelicidade alheia, que mais tarde será a sua. O fogo que serve para cozer o alimento é o mesmo que serve também para destruir. Cabe a cada um saber utilizá-lo de forma boa e correta.
.....Que este trabalho seja visto com os olhos do bem, do amor, da dignidade!

Salve Osun!

 
 

Agradeço meus filhos de Santo:

Rick de Logun Ede e Aniello de Vita, que muito colaboraram comigo.